Eu lembro quando o jogo foi anunciado na E3 2018 muita gente ficou super "hypada", eu nunca entendi o porque pois não vi nada demais no que estava sendo mostrado. Lembro de pensar que talvez esse fosse o primeiro jogo de anime lançado nos EUA, mas não foi o caso. Depois quando o jogo foi lançado ai foi o contrário, todo mundo falando mal do jogo e eu continuei sem dar bola até lembrar novamente do jogo quando anunciaram que ia sair da loja em uns meses.
O jogo não é ruim como falam, mas também não é nada demais. O gameplay é legalzinho e a história é fraquinha mas passável. Tem uma boa variedade de missões, mas na prática é quase tudo igual, sendo que uma vez ou outra acontece alguma interação interessante. A apresentação da história é bem ruinzinha, personagens não tem muitas opções de movimentação fora das lutas e pra piorar as vezes as expressões faciais que já não são muitas travam na expressão neutra.
Tem bastantes personagens e achei todos interessantes, mas algumas franquias tem pouca representação. É bem legal ver os super especiais de cada um. Eu comprei a edição que vinha com o primeiro passe de temporada, ai vieram mais 9 personagens, é legal pelas missões extras de "side-história" mas confesso que não joguei quase nada com estes depois disso. Ainda comprei avulso o Hiei do Yuyu Hakusho, esse joguei bastantinho até, não achei tão legal, mas o super especial foi um dos que gostei mais.
E embora a trilha do jogo seja boa, mas não pega nada de nenhum anime, o que me parece burrice. O jogo também sofre com loads em excesso, ele tem os problemas comuns de jogos de luta de telas excessivas para jogar online. Mesmo offline o tempo de load deixa um pouco a desejar.
Nesse jogo você faz monta o seu personagem e escolhe os golpes especiais dele, e conforme vai ganhando grana e itens, vai modificando ele. Em termos de aparência achei bem limitado, precisava de um pouco mais de opções de peças e o pior é que algumas peças tem restrições sem motivo.
Dito tudo isso, eu gostei do jogo apesar dos problemas e de ser repetitivo. Esse é aquele tipo de jogo que você pode jogar e escutar um podcast ou algo do tipo. O grande número de personagens pelo menos da uma variedade nas lutas. Eu diria que o jogo é provavelmente um 6, mas tem me entretido como um 7. Na classificação da LGM acho que seria um M.
Dos troféus:
A maioria é bem tranquilo, um só dos onlines que é bem chato, onde você tem que desafiar pessoas no lobby, tem que passar por três loadings depois de fazer o desafio e ai esperar sem o jogo avisar se o cara aceitou o desafio ou não. Do restante, tem alguns que consomem tempo, mas acho que nenhum chato nesse nível.
Sei que você não costuma jogar jogo de PC, eu mesmo jogo muito pouco, mas resolvi postar aqui pois alguns destes podem estar presentes no Switch ou até na PSN, ou podem surgir num port no futuro.
Os jogos aqui, com exceção de um, eram jogos que tinha começado anos atrás e este ano finalmente fechei eles. Alguns fazia mais de 5 anos! Todos "platinados" na Steam, alias, estes são todas minhas platinas na Steam. xD
Out There Somewhere
O trailer pode dar a impressão que é um misto de seções "air shooter" e seções plataforma, porém o jogo é 90% do tempo plataforma. Paguei menos de um real este, é um jogo curtinho, mas curti bastante.
The Room e The Room 2
São dois jogos separados aqui da mesma franquia. Paguei menos de R$5 cada em promoção. No primeiro você está numa sala, tem uma mesa com uma caixa e precisa ir resolvendo puzzles para ir abrindo a caixa. O segundo é a mesma coisa, a diferença é que tem diferentes locais e cada local não foca apenas "numa caixa". São curtos também, levei por volta de 4 ou 5 horas cada. Se você curte este tipo de jogo recomendo bastante.
Existem ainda mais 3 ou 4 jogos da série, o 3 e 4 estão na minha lista de desejo da steam, custando por volta de R$15 (fora de promoção). O mais recente é bem mais caro e acho que vi na PSN.
Obs.: Ao procurar o trailer vi que saiu pro Switch também.
Papers, Please
Esse jogo tem no Vita também. Você trabalha num país fictício estilo união soviética, na fronteira olhando os passaportes das pessoas querendo entrar no país. Foi menos de R$10 em promoção este. Achei muito legal o jogo, tem o modo história e um modo "endless" destravado após fechar o jogo. Este último achei sem graça.
Shantae: Risky's Revenge - Director's Cut
Esse eu sei que tem tanto no Switch quanto na PSN, mas quando comprei era só no PC. Não lembro quanto paguei, por volta de R$20 talvez... O jogo originalmente era de DS, fizeram umas melhorias, e relançaram em outras plataformas como Director's Cut. É um plataforma, você precisa ir e voltar em algumas seções quando consegue algum power up novo para alcançar alguma área nova e coletar itens. Se você jogou algum jogo da série sabe o que esperar. Eu curti, apesar de as vezes o backtracking ser meio cansativo.
Fran Bow
Esse foi o mais caro que paguei e o mais recente também, ano passado acho quando comprei. Por volta de R$30. É um "point and click" adventure, só que com um estilo único, meio "Tim Burton", bastante gore, mas ainda assim é "fofinho" de alguma forma. Achei o jogo muito bom, apesar de no fim terminar meio rápido demais. Totalmente indico, mas tenho 99% de certeza que este é só de PC mesmo.
Esses 3 jogos comprei na última promoção que teve de jogos indies.
Stay
Recomendo esse jogo. Você está num chat conversando um cara raptado que ta preso numa casa. Achei bem legal a experiência, apesar de o final talvez nem tanto. Um ou outro puzzle são bem difíceis, mas no geral é de boa. O jogo tem vários finais, alguns bem similares. Rejogar para conseguir todos é bem menos divertido, motivo pelo qual a platina é chata.
Bridge Constructor
Achei o jogo legal. Mas os bugs atrapalham bastante. O pior é o que deleta a ponte ao voltar para determinado level. O objetivo é construir pontes, a três tipos de veiculos para testar a ponte, sendo o mais pesado só destrava ao testar com os demais. A dificuldade vai depender da pessoa, pra mim foi complicadinho. Tive algumas risadas testando as pontes, mas os bugs atrapalham bastante a experiência. As músicas achei bem fraquinhas, joguei a maior parte com elas desabilitadas.
Dear Esther
Parece que esse é o primeiro "Walking Simulator". Sabendo das limitações dos devs, achei os gráficos muito bons, e a trilha é excelente. A história não curti infelizmente, achei melhor inclusive jogar escutando os comentários dos devs no lugar. O jogo é bem Walking Simulator mesmo, não a praticamente nenhuma interação além de caminhar. Além de caminhar para achar os diálogos tem 4 urnas secretas para procurar. Os diálogos alias parece que são randômicos, então cada pessoa pode ter escutado detalhes diferentes, isto é, a história é sempre a mesma mas os pedaços que vc escuta mudam. Recomendo mais por ser o primeiro do gênero e pela trilha.
Há um tempo pensei em postar, na verdade joguei os jogos 2 meses atrás, mas vc não estava vendo o blog.
Me refiro aos jogos de PS1 que ganhamos na Playstation Home, só não joguei ainda o Warhawk, então segue minhas impressões nos outros 2.
Destruction Derby - Foi a primeira vez que joguei o jogo sozinho pra valer, o jogo tem alguns modos e o principal é o Championship que curiosamente nunca tinha jogado, e achei bem interessante, vc começa na 5ª divisão e se for campeão vai subindo ou descendo de divisão, e isso ocorre ao fim da temporada na contagem de pontos, então ocorre várias corridas(poucas na verdade), e todos os carros participam juntos.
As divisões são grupos pequenos de 4 pilotos e na corrida a cor do teto do carro representa a divisão, então vc sabe quem são seus rivais, consegui subir até a divisão 2, e fiz 3 temporadas sempre batendo na trave, o jogo salva esse progresso oque é ótimo.
Na corrida o mais importante é acumular pontos fazendo o adversãrio girar ou quebrar o carro, tentando não quebrar seu carro, porém bater no carro não adiantada nada, oque faz pontos é fazer qualquer carro girar 90º ou mais, quanto mais, mais pontos, e ao final tem uma pontuação de corrida, como é um jogo bem antigo ele não tem suporte ao analógico, porém o pior é que mesmo com o digital bem confortável do PS3 eu fiquei com calo nos dedos, e por isso parei de jogar, pois estava bem empolgado, o que ocorre é que do jeito que o jogo foi feito vc fica fazendo pressão nas setas por bastante tempo, o jogo usa aquela lógica de tempo pressionado para fazer a curva melhor, uma hábito ruim de jogos antigos, tirando isso eu gostei o jogo.
Agora o mais curioso, a última prova da temporada não é uma corrida, é uma arena redonda aonde os carros ficam se batendo até o último sobreviver, e era essa a memória que eu tinha desse jogo, não sabia que tinha corrida nesse jogo, é claro que parecia muito mais real e emocionante esse modo, as mas hoje os carros são bem pequenos e esse modo não me empolga e que bom que tem o modo Championship.
Twisted Metal - Esse foi bem decepcionante, tudo bem que mesmo forçando a memória não era dos meus preferidos, mas tem uma relevância histórica, os graficos são muito ruins e não tem save, só password, achei o modo story dificil, fui só até a 3ª fase, mas não acho que tenham muitas.
O mais grave na real, é que joguei o modo Multiplayer assim como o Derby, com a muié aqui, e mesmo assim o jogo não é divertido, joguei 2 vezes e já tava chato, mesmo na época eu gostava mais do Rogue Trip que também era assim, guerra de carros.
Talvez eu tivesse mais para falar quando joguei mas não lembro.
Junto com Tekken 1 e Warhawk, são jogos da primeiríssima geração do PSX, e o Warhawk é o único que nunca joguei, mas são jogos bem primitivos, sem analógico e alguns sem usar o Memory Card, não sei se vc chegou a jogar esses na época, mas a diferença da impressão da época com o agora já fica bastante perceptível, aliás vendo os FMV do Tekken 2 é incrível como eu achava perfeito e hoje vejo muitos polígonos vetores vibrando, mas pelo menos a trilha músical mantém o efeito nostálgico.
Já considero que jogamos esse integrante do Composto. Podemos jogá-lo ou não durante o inicio oficial do Composto, de preferência apenas em 2P, nesse mesmo sistema ou até por GameOver.
Opiniões Hulk
Apresentação Não há manual ou explicação in-game, apenas um folheto sobre os comandos básicos situados na cabine do Arcade, o conhecimento da versão original é necessário pra começar a jogar sabendo do funcionamento do jogo. Além disso apenas um logo VS foi incluido na tela de abertura. Nota 3,5
Concordo com tudo que você escreveu. Mas ao menos tem a tela de demo. Nota 4,5
Gráficos Gráficos de Arcade inferiores à versão de NES é uma grande decepção e incluído a isso há pouca variedade nas cores, como no personagem principal e no plano do fundo de algumas fases. Entretando chamava atenção em 1987. Nota 5,5
Ficar pior que na versão do console é inaceitável! Além disso há o acréscimo de dificuldade em algumas plataformas escondidas pela falta de contraste em algumas fases. Exatamente por ser pior que a versão original, não acho que chamasse atenção. Nota 4,0
Áudio Efeitos sonoros deixam a desejar, não há grande qualidade na qual o Arcade já era capaz, mas a composição das músicas são muito boas. Nota 8,8
Exatamente por ser um port, não esperava grandes melhorias. Músicas excelentes, com ótima variedade. Nota 8,5
Jogabilidade Diferente do esperado não do que reclamar sobre os controles do jogo, a resposta é imediata salvo momentos específicos e nesse caso pode ser interpretado como opção dos produtores do jogo, como por exemplo não poder se movimentar enquanto o golpe está sendo executado, nesse caso avalio como opção de Gameplay. E se tratando de Gameplay, o jogo foi muito bem criando um estilo próprio de "plataforma estratégica", cativante e viciante, o sistema de cotinues infinito combina com a dificuldade. O único problema são os conhecidos empurrões de morcegos e cabeçadas no andar de cima. Nota 9,0 Editado O Sistema Vs. deveria ter incuso algo ao modo "Versus", e isso foi um "erro" grave, apenas se aproveitaram do sistema. Nota 7,5
As cabeçadas no andar de cima são as piores! Como você escreveu, isso e a falta de uma opção 2p. prejudica muito o jogo. Nota 7,0
Enredo Apenas jogando a versão Arcade, e lendo posters promocionais, tudo que se pode fazer é supor. Basicamente um caçador de vampiros de um tempo distante que invade o castelo do Drácula. Na época o tema ainda não era batido como hoje. 7,0
Hum, acredito que o enredo seja um pouco mais detalhado na versão caseira (pelo manual), a versão arcade ficou devendo então um poster explicativo ou a inclusão de uma tela para o enredo. Se não conhecessemos, nem teriamos idéia que estamos atrás do Dracula. Ainda acho que o enredo é um pouco mais detalhado nas versões caseiras, mas o poster já ajudou bastante. O poster que achei entretanto parecia mais uma propaganda para compradores, então fico em dúvida se era mostrado aos jogadores. Nota 6,5
Condução O jogo é linear não podendo voltar a níveis anteriores. O mapa realmente é uma boa. Nota 7,0
Você tem que adivinhar o caminho a escolher, embora seja raro ter duas opções, isso não é problema. O maior problema é a falta de aviso em alguns stages que você não pode pular para plataforma seguinte, mas tem que esperar um morcego ou outro inimigo aparecer. Só se aprende isso jogando. O jogo ainda tem um mapa que mostra quão longe se está do final, embora seja pouco detalhado. Nota 8,0
Diversão Interpretanto esse versão como pra ser jogada em multiplayer, a diversão tem uma duração maior, pois o jogo agrada enquanto se evolui, muito tempo no mesmo lugar tende a ser cansativo. Nota 8,0
Sim, mas o modo multiplayer não existe... ainda tem que pensar que gastariamos uma grana para chegar onde chegamos (e isso não é divertido xD). Nota 7,5
Desafio Houve um pouco de exagero quanto ao dano levado nessa versão, entretanto o desafio continuou aceitável. Nota 7,1
De novo, levanto a questão da grana. Nota 6,0
Keep Going É excelente caso o jogo sempre avançasse, como há partes dificeis como os chefes, o KG é prejudicado. Nota 7,5
Concordo. Nota 7,5
Replay Não foi completado, mas me instiga a jogar de novo. Nota 9,3
Com certeza. Uma pena que tenha que começar desde o início, com o tempo pode diminuir por este motivo. Nota 9,1
Extras Não há e não é comum em Arcades. Nota ---
ok.
Originalidade: "No que o jogo inova. Impacto que causou na história e as mudanças que trouxe." Usei a citação sobre o quesito e mesmo não sendo essa a versão original ela leva grande parte do crédito na plataforma e na época. Nota 9,5
Díficil dizer, pode ser que esta tenha sido uma versão obscura do jogo. A falta do modo 2P também pesa bastante aqui, já que este era o objetivo da VS Series. Nota 8,0
Fichas Considerando a opção default, são 3 vidas para uma dificuldade mais injusta que a versão NES, pagando uma ficha por gameover é um péssimo custo-benefício, apenas se salva por ser muito agradável de se jogar mesmo nos dias de hoje. Nota 5,5
Disse tudo. Nota 5,5
Total: ?
Considerações Mesmo com vários problemas referente ao port e outros quanto ao gráfico, design das fases à-la Gauntlet com impressão de plataformas e plano de fundo geradas no random, sistemas de fichas, dificuldade, etc. O jogo em si é muito bom, e talvez excelente na época em que foi lançado, a agradabilidade de jogar perdurou durante os tempos. As notas não estão coesas com as outras como as de Zelda e Mario da mesma época, mas essa é a impressão que tenho. Como não é a versão oficial, e sim um port a nota geral é menor a qual eu queria dar. Nota Geral: 8,9
Concordo com tudo que você escreveu. Mas o custo/beneficio das fichas como você mencionou antes me faz dar uma nota um pouco mais baixa. Nota Geral: 8,5
Felizmente o jogo não é muito extenso, caso contrário a dificuldade que vai aumentando chegaria na SMW Lost Level. Não é uma hack fácil, mas também não é impossível, é só não ficar fazendo besteiras, ou correr como um doido para passar rápido das fases como costumo fazer. xD
Quick Review (spoiler-free):
ROM: Super Mario Yaji World (SMW1 Hack) Ano: 2003
Gráficos, Aúdio, Jogabilidade e Extras Iguais aos do jogo original, logo não serão comentados.
Apresentação 5,0 Igual a do original, faltou criatividade ou foi comodismo.
Gráficos 9 A montegem do mapa e o uso dos "tiles" foram muito bons, tem um momento ou outro meio bugado, mas é umas duas vezes em todo jogo.
Enredo 2,5 Igual ao original, faltou criatividade.
Condução 9,5 Na prática não há (e realmente não tem) necessidade de condução no mapa já que é um caminho linear, dentro das fases em uma ou duas tem que adivinhar algumas coisas para um melhor aproveitamento das fases.
Diversão 9,0 Quase como em SMW.
Desafio 8,5 Algumas fases são bem complicadas, outras tranquilas. O design de uma ou outra poderia ser um pouquinho melhor.
Keep Going 9,0 Ótimo, fica um pouco abalado quando se tem que jogar a mesma fase mais de 10 vezes, mas ainda assim bom.
Replay 2 Entre jogar este de novo ou o original, fico com o original, fora que a outras hacks a serem jogadas. Entretanto é uma hack bem feita (comparado com outras) e 0 seria exagero.
Originalidade 6,0 Ok, obviamente que tem que se pensar diferente para uma hack aqui, tem suas originalidades, como ser um jogo curto, sem caminhos alternativos e as fases são todas novas, exceto um pedaço de uma fase. Mas não há nenhum elemento novo, mesmo que podre como plataformas invisíveis.
Total 6,7 Geral 8,0* Em vista de outras Hacks, essa é uma boa Hack.
*Nota para Hacks, não deve-se pensar em comparar com jogos originais.Re
Achei melhor postar aqui, no e-mail já nem acho mais algumas mensagens...
Recapitulando:
"[...] o gráfico 3D no DS é muito ruim mesmo [...]" "[...] talvez n seja culpa do DS e sim dos preguiçosos." "[...] essa é a principal falha do DS, mais que as telas quadradas(4:3) e os jogos casuais/mercenários. Pois os lançamentos novos como Rpg, tem elementos 3D que não ficam bonitos, o bom do DS seria ficar sempre no 2D." "Ou então tá faltando competencia mesmo, um bom exemplo é o PS2, que como era dificil programar, só quando a square lançou o FF é que deu pra ver a potencia e ficou bonito, e depoisno fim da vida já veio God of War e ótimos gráficos."
"Já viu um Remake com gráficos PIORES que o original?? Esse é o Resident Evil do DS, descobri que o RE:Deadly Silence(ou algo parecido), é o RE1, com algumas coisinhas diferentes pra aproveitar o DS, e olha que o gráfico no PS1 era ruinzinho pois é antigo."
"os jogos não casuais, normalmente portados do consoles, como Grid, são versões ruins que não vale a pena jogar online e nunca tem gente jogando."
New Super Mario Bros. Castlevania Order of Eclesia Dragon Quest 9 (JP) Ultimate Jump Stars The Legend of Zelda Phantom of Hourglass Mario Kart DS
Ainda é pouco para chegar a uma conclusão, joguei só os bons (na teoria), e o único que achei com gráficos realmente ruins foi o Zelda. talvez porque a maior parte dos jogos acima não serem 100% 3D.
Mas estou seriamente acreditando que os com gráficos muito ruins realmente foram por motivo de preguiça dos desenvolvedores. DQ9, segundo minha irmã que fechou o DQ8, estão com os gráficos muito parecidos com o do PS2! Muito bom. Sem dúvida me parece que a Square-Enix trabalhou muito nesse jogo.
O Castlevania é muito parecido com o Symphony, os gráficos talvez até um pouco melhor es. A única coisa que achei ruim é que você não joga nem com o Alucard nem com um Belmont, e isso tira um pouco o ar de castlevania do jogo.
E o Mario parece que é muito bom, agora não sei o que o meu sobrinho fez hoje, mas acho que corrompeu o jogo, vou ter que copiar de novo... quando entra numa fase ela não inicia mais... :(
Observações: Nível de spoiler médio! RPGs completados na LGM antes deste foram DQI, FFI, FFII, FFIII, SMRPG e MStory. Concluído em 25/07/09 (~16:55) [USA] e 15/08/09 (~00:00) [JP].
SPOILER A PARTIR DE "CONDUÇÃO"!!!. Notas provisórias.
Diferenças percebidas entre as duas versões:
* Na versão EUA
- Vários personagens não tem suas opções especiais como Cecil que não tem seu ataque e Tellah não tem o recall. - Diversos itens foram retirados do jogo. - Cópia da sala de "treinamento" em várias cidades.
* Na versão JP
- Os magos de Mysidia não reagem e são derrotados, na versão US eles oferecem resistencia (para não parecer tão violento?) - O turno de ataque dos monstros (iniciais pelo menos) são menores que o US. - Dungeons um pouco mais difíceis. - Golbeze ficou ruim, será isso mesmo? - Dejon é a magia Warp... ficou muito ruim... - um ponto de save na última dungeon foi retirado na versão EUA.
Observações:
* O efeito gráfico de Stone é menor que o de FFIII.
Apresentação: 8,0 Pela primeira vez, em vez de começar jogando de cara, o jogo inicia o plot primeiro. Nada ainda muito profundo, mas bacana.
Gráficos: 8,0
Apesar de bem mais coloridos e mais agradáveis de se ver do que seus antecessores, os gráficos não usam toda a capacidade do SNES.
Áudio: 9,4
Uma trilha muito boa, que demora a cansar e combina muito bem com as cenas. Por outro lado, em alguns momentos falta uma música diferente. Os efeitos sonóros são legais (adoro o da magia Death), mas nada de outro mundo.
Jogabilidade: 9,0 (EUA), 9,3 (JP)
Continua evoluindo o sistema de batalha, agora ainda mais dinâmico que no FFIII com cada individuo tendo seu turno de ataque separado dos demais. Além disso as magias, quando usadas em um inimigo que morre antes dela ser executada, ela é redirecionada a outro inimigo. A remoção de algumas características das classes foi um ponto negativo da versão EUA. "Healar" a party não faz muito sentido já que Cure1 tem um melhor custo MP/HP. Fugir das batalhas teve uma grande melhora.
Enredo: 9,1 (EUA), 9,4 (JP)
O enredo é muito bom, vai se desenrolando aos poucos e volta e meia surge com alguma surpresa. Na versão JP o enredo é ainda melhor porque tudo é melhor explicado. Uma coisa um pouco chata é a troca constante de personagens, que não deixa você evoluir o personagem, ou formar uma estratégia que dure muito tempo.
Condução: 8,5
Existe alguma liberdade de ir há alguns lugares, mas no geral só da para seguir em "linha reta" (seguir para o lugar que o jogo quer). Sabe-se onde ir quase sempre e não se fica perdido por muito tempo, quando ocorre. Um ponto negativo é que a busca pelas 4 Summons "secretas" não são mencionadas no jogo, sendo descoberta apenas pela sorte do jogador. Isto também ocorre com outras buscas com pouca ou nenhuma informação.
Diversão: 9,0
O jogo além de manter o jogador entretido, diverte bastante. Exceto, talvez, quando a uma seqüência de dungeons sem pausas entre elas. Uma coisa nada divertida é a busca pelas Summons secretas, este problema poderia ser resolvido de várias maneiras como ser mais fácil a sua obtenção, ou ter um local exclusivo dos montros que dão as summons, ou ainda um local que desse para comprar "Alarms" já ajudaria muuuuuuuuuito!
Desafio: 7,5 (EUA), 8,5 (JP)
A versão EUA é fácil, muito fácil, até demais. Da para ir do início ao fim do jogo sem treinar em nenhum momento. Por um lado é legal porque da para focar na história, mas no final das contas não há tanta emoção. Já a versão JP está melhor, a parte inicial do jogo é tranqüila, e com o passar do tempo vai ficando um pouco mais díficil. Não a muita necessidade de treino e não fica aquela sensação de jogo fácil demais como a versão EUA. A dificuldade de conseguir realizar as side-quests, em especial a busca pelas Summons secretas é elevada demais, necessitando de paciência elevadíssima.
Keep Going: 8,5 (EUA), 8,75 (JP)
Consideravelmente bom. Não é o melhor, mas é muito bom. Poucos momentos (talvez após horas jogando e algumas dungeons) há a necessidade de parar, mas não muitas horas depois o KG já está normal de novo.
Replay: 8,5
Embora depois de fechar uma vez o jogo não aja muito mais o que fazer de novo, ainda assim o replay é bom.
Extras: 7,0 (EUA), 8,0 (JP)
Mini Side-Quests (Summons, secret-summons, Excalibur, armadura secreta) e a área secreta dos desenvolvedores do jogo (only JP). Apesar de parecer bastante, não são extras muito significativos.
Originalidade: 6,5 (EUA), 8,0 (JP)
A evolução continua, aproveitando muito do FFIII, mas também inserindo inovações. A história é bem mais trabalhada que nos jogos anteriores. Na versão JP ainda tem a inclusão de características próprias das classes (algumas semelhantes a FFIII), apesar disso, se comparar com os 3 primeiros FFs, não houve tantas coisas novas.
Observações: Nível de spoiler baixo, mas existente! RPGs completados na LGM antes deste foram DQI, FFI e FFII. Concluído em 17/07/09 (~21:55).
Apresentação (Sem análise de manual): 8,75
A melhor apresentação de Final Fantasy's até agora, com uma tela muito bonita de "agora começa o jogo", mais ou menos no estilo de FFI. Não é nada muito avançado, mas é menos "abstrato" do que seus predecessores. Os menus estão muito bons. Como nos jogos anteriores, ainda falta uma tela de título inicial.
Gráficos: 9,5
Ótimos! Dos jogos de NES jogados, não lembro de um com gráficos melhores. O jogo ainda usa bastantes efeitos ao longo da história.
Áudio: 9,0
Muito bom. Une uma boa composição com uma boa qualidade. É como um encontro de FFI e FFII. Não tenho o que reclamar dos efeitos sonoros. A única coisa negativa é que a Noah's Lute não tem uma música própria.
Jogabilidade: 9,5
Excelente! O sistema de batalha evoluiu, ficando muito mais dinâmico. O sistema de experiência é bom e não causa confusão. Comprar os itens já não é mais problemas e o armazenamento também é bom, desde que não se acumule itens inúteis. Monstros fogem muito menos que nos Final Fantasy's anteriores! O que é um grande avanço.
Enredo: 9,0
Com vários eventos e locais diferentes a serem explorados, o enredo é muito bom. Segue o esquema "padrão" de Final Fantasy (cristais). Assim como FFII traz suas surpresas, mas o motivo por eu considerar superior é porque este enredo me pareceu menos cansativo ao longo do tempo. Neste você vai desvendando o enredo aos poucos e acho que ai é que está o segredo.
A atualização dos NPCs ainda é inexistente, o que é chato. Assim como em FFI o pior são os Gurgans (os "12 sages" da vez), você acredita que eles irão dar algumas dicas ao longo do jogo... mas não. Felizmente raramente se necessita de dicas neste jogo.
Condução: 9,6
Em regra geral, ou o jogo te da dicas para onde ir, ou consegue-se chegar no próximo local sem grandes transtornos. Há alguma liberdade de escolha para onde ir e alguns lugares opcionais, como a caça as últimas summons, sendo o primeiro Final Fantasy com side-quest.
Diversão: 9,4
O jogo flui naturalmente, e raramente irrita. De fato, a maior parte do tempo ele diverte muito com suas inúmeras possibilidades e supresas ocasionais.
Desafio: 9,25
Muito equilibrado, especialmente se comparado com os predecessores. Pode-se ter alguns momentos complicados, mas geralmente com a estratégia certa não há grandes complicações. A taxa de encontro com monstros ficou muito boa.
Keep Going: 9,75
Geralmente não se percebe o tempo passar, a vontade de prosseguir sempre continua alta e nem mesmo nos momentos de game-over o keep going fica em baixa.
Replay: 9,5
Inúmeras possibilidades de combinações das classes garantem um ótimo replay. Fora isso o jogo por si só já da vontade de jogar de novo.
Extras: 8,5 As side-quests das Summons. Até aqui sinto falta de um mini-game (como o do FFI que não conseguimos ver...).
Originalidade: 9,2
O sistema de multiplas classes foi inspirado em DQIII, que oferece também várias classes e a troca delas. Ainda assim não é a mesma coisa. Outros elementos foram, obviamente, retirados dos dois Final Fantasy's anteriores. Ainda teve a inclusão do Fat Chocobo e de veículos novos e interessantes. Na soma de tudo sai-se muito bem.
Problemas encontrados e sugestões:
* O pior problema! Montros que se multiplicam dão pouca experiência. * Talvez um excesso de classes, algumas classes poderiam ser "upgrades" (ligada ao skill). * Por vezes é díficil achar uma arma para alguma classe, poderia haver mais armas genéricas.
Observações: Nível de spoiler baixo, talvez inexistente. RPGs completados na LGM antes deste foram DQI e FFI. Concluído em 04/07/09 (~16:50).
Apresentação (Sem análise de manual): 6,95
Semelhante a FFI, mas com mais detalhes no enredo. Grande melhora com o default do respond rate em 6 (embora 4 ou 5 talvez fosse melhor), mas ainda não apresenta uma tela com o título. Os menus continuam bons como em FFI com algumas pequenas melhorias.
Gráficos: 8,25
Evolução de FFI, com detalhes das magias conforme o level. As paredes das dungeons e castelos estão melhores e com maior variação de cores, e o fundo das batalhas está mais bonito.
Áudio: 8,0
Pelas músicas, tem qualidade melhor que FFI, mas as músicas como um todo são inferiores, podendo "cansar". Individualmente há umas 3 músicas que são expetaculares.
Os efeitos sonoros são tão bons quanto o jogo anterior, mas não há itens que necessitem de som próprio, diferente de FFI.
Jogabilidade: 7,25
Também houve uma evolução de FFI, mas mais leve. O jogo flui um pouco melhor. O esquema de level-up do jogo é muito interessante, mas na minha opinião com algumas falhas. O sistema de batalha foi aprimorado, mas ainda um pouco lento (menos que FFI). Felizmente não é mais necessário ter que sair das dungeons (a magia EXIT está disponível quase que no início do jogo), o que elimina as mortes na "porta" da dungeon.
O espaço para itens é bom, mas conforme o jogo avança ele fica pequeno, devido ao fato de os "itens-chave" após serem usados continuarem presentes no menu e não há a possibilidade de se livrar deles. Além disso, houve um retrocesso no armazenamento de itens já que as potions, e outros itens similares, são contabilizadas separadamente.
Enredo: 8,5
Muito bom, grande e detalhado (para época) além de umas reviravoltas, mortes (deve ser por isso que não saiu nos EUA xD) e surpresas. Ainda existem NPCs desatualizados, mas são menos notados que em FFI. O final que poderia ter um algo a mais.
Condução: 8,5
De maneira geral é bom, você sabe onde ir e o que fazer. Mas como parece ocorrer com todos RPGs da época, vai ter um momento ou outro que complica um pouco mais. Normalmente é alguma pista dada muitos eventos atrás leva ao próximo local a ser explorado. Superior a FFI.
Diversão: 8,0
Muito boa, mas em algumas partes (principalmente na parte final) fica meio chato devido a necessidade de evoluir os personagens ou adotar a estratégia RUN. Além disso a decepção do poder do Cure no level16 (máximo) foi grande, e treinar os atributos de ataque é interessante no início, mas fica muito chato conforme o tempo passa.
Desafio: 7,0
Muito díficil, em especial devido a última dungeon. Não que não goste de dificuldade, o problema é ter que jogar tudo de novo várias vezes. Ainda há no ínicio do jogo aquele problema de pisar no lugar errado e enfrentar mostros de level muito superior.
Keep Going: 7,5
Médio, na primeira metade do jogo foi muito alto, na parte final oscilou entre ruim e bom. Os piores momentos do jogo é quando você fica treinando por um bom tempo e o resultado não faz muita diferença.
Replay: 1,25
Diferente de FFI, neste não tenho vontade de um repeteco. Isso ocorre principalmente por haver pouca coisa nova a se explorar e a dificuldade de evoluir os personagens.
Extras: 8,0
A única coisa que vi foi uma referência a FFI, muito bem sacada.
Originalidade: 9,5
Assim como FFI, tem seu esqueleto baseado em outros RPGs. Mas inova muito com o sistema de level-up e o enredo foi mais trabalhado que jogos anteriores (pelo menos dos jogos já jogados FFI e DQI), e ainda tem os Chocobos.
Fico devendo uma análise mais profunda, mas segue algumas coisas a ressaltar:
PunchBall Mario Bros.
O desafio é díficil avaliar, a jogabilidade prejudica muito... Mas o design do level foi ruim.
Mario Bros. Special
Os gráficos é um dos melhores que vi no X1. Na condução, podia ter uma tela dizendo os objetivos da fases, pelo menos nas iniciais.
SMB. Special
Gráficos: Considerando que não vi mais nada do NEC PC88. Originalidade: Não conseguiu fazer um jogo aceitável, tentou simplesmente copiar SMB. mudando o layout, mesmo sem o console ter capacidade para tanto.
Estou considerando a série Vs. como uma oportunidade de pessoas sem um NES poderem jogar os jogos, então não estou penalizando as originalidades destes jogos.
Explicações
Mario Bros.
Apresentação: boa, tem tela de título animada, algumas explicações e demo, mas tudo sem som. Antes do jogo começar ainda tem um "how to play". Gráficos: ótimos, tudo é facilmente identificado e as cores são agradáveis. (Comparei com outros jogos de 83 e os gráficos são melhores que alguns jogos, mas não de todos.) Áudio: efeitos sonoros são bons, mas o som das moedas parece que não tem aquele som "puro". Já as músicas são ótimas, mas não tem durante as fases. Jogabilidade: boa, mas um pouco dura. Não da para mudar a direção do pulo, nem pular para direção oposta em seguida. Condução: muito boa, o jogo praticamente explica tudo. A única coisa chata é que não da para pular essas explicações. Enredo: a duas versões, a que se passa em Nova Iorque (wikipedia), e a que li no manual do Atari. A primeira é razoável, mas não faz sentido chamar encanadores para verificar criaturas no esgoto. A segunda também é meio estranha. Diversão: boa, em especial o modo de dois jogadores. Desafio: Poderia ter mais algumas fases intermediárias mais fáceis, para melhor assimilar a jogabilidade. Além disso não adianta ter 36 fases se não se passa da 20. Keep Going: bom Replay: é daqueles jogos que da para jogar volta e meia, mas é em dois jogadores que chama mais atenção. Extras: não tem. Originalidade: Algumas coisas inspiradas em Joust, mas fora isso, foi um dos primeiros jogos plataformas.
Vs. Super Mario Bros.
Apresentação: Igual ao original. Gráficos: Levemente superiores, sendo que as cores são melhores (exceto Mario). Áudio: Igual ao original, mas com uma música a mais (do ranking). Jogabilidade: Igual ao original. Condução: basicamente igual, mas fica pior quando acontece a fase 6-3. Enredo: Igual ao original. Diversão: Um pouco abaixo devido a maior dificuldade. Desafio: Muito pior, em especial devido a fase 6-3, e para alguém que só tivesse acesso ao jogo no Arcade, seria frustrante não avançar mais do que 2 mundos. E não teria como melhorar sem gastar um monte. Keep Going: Um pouco pior, devido a maior dificuldade. Replay: Menor que do original. Extras: Ranking. Originalidade: Considerando que é uma versão do SMB.1 para mais jogadores terem acesso, leva a mesma do SMB.
obs: Fechei o jogo, mas não peguei todos os secrets (pontuação 100 em todas as fases). Ainda não desisti de conseguir, mas fazer isso é um porre!
Eu só peguei 100 em uma fase lá no mundo 6.
Apresentação: 9,5+7,0 (8,25)
- subseção manual: Bom e bem organizado, tem todas as informações necessárias.
- subseção telas e menu: A apresentação in game é legal, explica o enredo e tem uma música boa. Já o menu de pausa é meio confuso, demorei a descobrir os itens e que a quantidade não era só 3. A tela de seleção de fase também é meia confusa.
Também demorei pra sacar isso, e não gostei da movimentação no menu das fases, assim como a demora pra mostrar e esconder as pontuações. Em compensação o jogo explica cada detalhe que vc precisa saber e tem uma longa intro antes do jogo. Nota: 9,0
Gráficos: 8,5 Muito bons e bonitos, mas podia ser mais semelhante ao universo Mario. Na neve os gráficos foram um pouco confusos.
Bem avançados devido ao chip especial presente, infelizente o emulador apresentou algumas falhas, mas há até efeitos 3Dmuito interessantes como o modo "chapado". Nota: 9,0
Áudio: 6,0+7,5 (6,75) Efeitos sonoros bons, mas notei ao menos um erro grave, usar um mesmo som para diversas coisas (derrapar e ratos). Músicas são boas, se fosse só pela qualidade, talvez um 8,0... mas há variedade deixa a desejar, principalmente considerando que o jogo já é mais atual. Em especial gostei da música de abertura que combina muito com o enredo e da parte inicial da final, de fato achei que ia ser a música! Épica, mas dai começa a outra parte da música e é só uma música qualquer.
São poucas músicas, no mundo final a mesma música se repete em várias falhas, felizmente é uma que adoro, apesar de o jogo vir com chip gráfico avançado o som não tem nada de demais em termos de qualidade, outros jogos de Snes conseguem mais detalhes nas músicas. Nota: 8,0
Jogabilidade: 7,25 O controle do Yoshi é bom, mas as variações (helicoptero, submarino, "escavadeira", trem e carro) não tem o melhor dos controles, por vezes é muito sensível. E a pouca visão disponível é um obstaculo constante, principalmente quando o Mario resolve ficar fora da tela, ou quando se tem que adivinhar que tem algo fora do alcance de visão que é fundamental.
O pequeno atraso quando se perde o Mario atrapalha no controle do Yoshi, em outros momentos parece que ele escorrega em plataformas. Os modos helicópteros e similares deixa o Gameplay interessante, mas faz do Yoshi um mutante transmorfo, bizarro. Apesar de vários secrets na fase, elas acabaram ficando complicadas de se entender. Nota: 8,9
Condução: 4,25 Talvez o pior defeito do jogo. Primeiro porque você espera algumas coisas que foram estabelecidas nos jogos anteriores, por exemplo o Yoshi pega um casco vermelho vai soltar chamas, você pode ir e voltar para qualquer lugar da fase, etc. Mas o jogo decidiu que você deve esquecer tudo que sabia e começar de novo. Depois cada fase oferece algumas opções de caminhos, mas por vezes você tem que adivinhar qual caminho tomar, se pegar o errado, ou na ordem errada, não poderá voltar e assim provavelmente terá que jogar de novo se quiser pegar os "secrets".
Eu discordo aqui. Realmente se baseando pelo nome americano, se espera um World 2, pegar os secrets é comum ter jogar mais de uma vez, pra entender as fases, acontece em todos os jogos, e a maioria das fases vc pode voltar em várias telas. Nota: 7,9
Enredo: 7,75 O enredo não é a expetacular, mas tem uma história nova para variar, e é até interessante.
Idem. Nota: 6,9
Diversão: 5,0 O jogo te prende, isso é verdade, mas os momentos divertidos mesmo são raros...
Concordo. Nota: 5,5
Desafio: 6,0 Para passar das fases o desafio até que está equilibrado, mas passar das fases pegando os "secrets" ai é totalmente desregulado. Pelo menos nos primeiros mundos deveria ser razoavelmente tranqüilo. Fora que há fases mais díficeis e depois fases mais fáceis.
Acho bom, você pode fazer o mais fácil e passar a fase ou tentar pegar os itens, ou seja, há como escolher o desafio. Nota: 7,0
Keep Going: 5,75 É ruim, joguei em média 4 fases e continuava no dia seguinte. Um pouco compensado pela vontade de jogar no dia seguinte.
Não é muito bom, mortes idiotas fazem vc perder tudo e começar a fase tudo de novo, tendo que pegar novamente cada estrelinha por exemplo, felizmente vc pode ignorar isso e simplesmente passar a fase, oque suaviza a perda de paciencia. Nota: 7,5
Replay: 3,0 Bem, alguma vontade em passar pegando os "secrets", mas o esforço necessário desanima. Fora isso não tenho vontade de jogar de novo. Seria uma péssima coisa ter este jogo, ele é do tipo para alugar uma vez e deu.
Tendo o jogo ele daria muito replay, há muitos secrets e uma boa dificuldade pra conseguí-los, infelizmente não achei o jogo cativante a ponto de aproveitar todo esse replay. Nota: 8,5
Extras: 9,0 Vários mini-games e locais secretos.
Apenas mini-games aqui, locais secrets faz parte do gameplay/replay. Parece que há um código para jogar em 2-players. Nota: 9,0
Originalidade: 9,0 Tem um enredo novo, o jogo é diferente de qualquer jogo Mario até então, em todos os aspectos, mas deixa a desejar se comparado aos outros.
Complemento com o gameplay do baby Mario chrando e flutuando por aí, além do Yoshi se tranformando em carros e helicópetos, é... não se vê isso todo dia... Nota: 9,0
* Primeiro Mario plataforma com save. * Primeiro Mario com áudio nas telas iniciais.
Apresentação: 8,5+9,0 (8,75)
- subseção manual: O manual é ótimo, com muitas informações e organizado. Mas há pelo menos uma informação errada (pois é possível revisitar castelos e fortalezas pressionando L e R, se não me engano). Também, um pouco mais de informação sobre o Mario seria legal, já que pode haver jogadores novos.
- subseção telas e menus: Tela inicial boa, demostrando o jogo e mantendo o "esquema" das telas de Mario, e a inclusão de áudio pela primeira vez. No início do jogo finalmente algo do enredo é comentado.
Gráficos: 9,0
Os gráfico são muito bons, independente de console ou sua capacidade. Entretanto alguns detalhes, como o Luigi, ficaram devendo. Na verdade se considerar o plot de Yoshi's Island, como são gemêos, o Luigi fica mais aceitável.
Som: 9,0~9,3
Trilha sonora excelente, mas não a melhor do SNES. Efeitos sonóros muito bons, mas percebi falhas (quando muitos sons simultâneos são requisitados (emulador? ainda irei conferir no SNES).
Jogabilidade: 9,5
Ótima, ainda mais se comparar com os antecessores.
Enredo: 6,0
Fraco, há menção a diversos "acontecimentos", mas não da para saber do que se trata. Além disso segue a mesma história padrão de Mario (princesa capturada).
Condução: 10
Ótima, apesar desse tipo de jogo não necessitar normalmente de condução, em SMW você é conduzido a prosseguir por diversos caminhos e recebe dicas que o ajudam. Além disso há a liberdade de escolher o caminho até a última fase.
Diversão: 9,75
Há pelo menos 15 anos jogo SMW e ainda é divertido! Exceto a "Tubular". x D
Desafio: 9,5
Muito bom mesmo, a dificuldade vai aumentando progressivamente assim como a habilidade do jogador.
Keep Going: 9,0
A morte em algumas fases (como a Tubular) prejudica um pouquinho, mas de resto é muito bom.
Replay: 9,5
Há pelo menos 15 anos eu jogo SMW... será que o Replay é bom? A muita coisa a se liberar e mesmo depois disso pode-se jogar fechando por rotas diferentes.
Extras: 8,0
Música tema de SMB. escondida. Luas escondidas. Moedas Koopas. Mas fora isso foi meio que um retrocesso já que SMB.3 tinha mini-games variados.
Originalidade: 8,5
Apesar de ser uma evolução da série, isto é, tem o esqueleto formado por SMB. e os orgãos de SMB.3, também inovou o gênero.
Realmente músicas novas ou remixadas, vc disse que não tinha gostado, eu gostei, é bem diferente do que achava na época, músicas, gráficos e etc, muito diferente do NES, eu interpretava como um Collection, mas é um remake de verdade, eu achei muito bom.
Super Mario Bros. Status *2W Top- 471150 Alcançado *2-4.
Senti uma melhora na jogabilidade, mas mesmo assim o Mario ainda é um pouco escorregadio, diferente do SMW, mas essa é a jogabilidade do SMB mesmo, não estou querendo dizer que deveriam deixá-la como no World. Eu joguei todas as fases, sem usar túneis na primeira vez, como cheguei até a 8, não usei nenhuma vez, mas os túneis estão lá e contam na Condução. New!! E agora to na 2nd Quest que achei que só o Lost Levels tinha!
Super Mario Bros. The Lost Levels Status 100% Top- 288200 Alcançado Dw-4.
Empaquei na mesma fase 2-2, aparecem blocos muito altos ou distancias muito grandes para pular, eu sei que dá, mas é dificil. O jogo começa com um desafio bom, mas logo de cara, aparecem pontos com dificuldade muito elevada. Ah, eu entendi oque eles fizeram, agora eu devo pegar o Luigi e tentar passar a mesma fase, então o status nesse jogo não fica separado entre Mario e Luigi, por isso eles salvam fase a fase, mas no original tinha que ser na raça. E o pulo do Luigi é mais que suficiente. Passei e segui adiante, sacanagem peguei aquele túnel que volta pro mundo 1, na verdade me matei. Vários bônus fazem voltar, ou até são mortais, então to evitando. O desafio do jogo é bom. Nesse esquema de "vidas infinitas", é claro.
OK, efeito de vento, dessa eu não lembrava, ganha pontinhos na originalidade. O personagem é arrastado pelo vento.
Apresentação: 5,5 // Manual diz "versão especial de SMB" Gráficos: 9,0 Som: 8,0 Jogabilidade: 9,5 // Luigi Mode Condução: 6,0 Enredo: 5,0 // Tem? Diversão: 8,5 Desafio: 9,5 // (10 com Luigi) Keep Going: 9,0 Replay: 6,0 Extras: ---- Originalidade: 6,5 // É "cópia" da "cópia" do SMB.
Geral: 8,5 Total: 7,5
Caraca, esse Lost Levels é um brincalhão, hahhaa Finalmente, "fechei" o jogo, pelo menos a 1st quest, é um avanço em relação à época do Snes, na qual me matei mas não conseguia "fechar"(8-4) o jogo. Nossa eu não sei como eu passei de algumas fases, agora eu oficialmente fechei o jogo, antes do final eu re-comecei a gostar do Lost Levels, é muito desafiante, mas acho que só dá pra jogar com o Luigi, com o Mario é quase impossível pelo pulo dele. Agora sim, nem acredito, mas fiz as 2 quest, fase final Dw-4.
Super Mario Bros.2 (USA) Status 3w Alcançado 3-3
Nesse eu não achei tanta diferença, não tanto quando o 1, achei a jogabilidade pior, mas pode ser impressão.